terça-feira, 26 de agosto de 2014

1º Encontro Técnico de GLP


Aconteceu na última segunda-feira  (25/08), no Instituto Brasileiro de Petróleo – Av. Almirante Barroso, 52 – 26º andar, o 1º Encontro Técnico de GLP.
O objetivo do encontro foi criar um canal aberto de comunicação destinado a incrementar o relacionamento técnico entre agentes reguladores, as distribuidoras, consumidores, arquitetos, construtoras, engenheiros e outros em busca da transparência e eficácia da atuação do setor voltado ao desenvolvimento sustentável. 
No encontro, foi apresentado o GLP como energia excepcional e o seu papel no Programa Nacional de Etiquetagem de Edificação Eficiente. A busca por edificações sustentáveis ganhou impulso em 2011 com a criação da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE). Durante o evento, foi comentado o resultado dos estudos realizados pela Abrinstal / USP, que concluiu que uma das vantagens de se usar o  GLP para aquecimento de água é o custo mais baixo das instalações em empreendimentos novos em relação à infraestrutura de sistemas de energia elétrica. 


Significa que a extensão do já existente ponto de gás do fogão ao aquecedor de passagem representa um custo marginal na construção, se comparado ao chuveiro elétrico.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Zahran tem câmara hiperbárica e não gosta de dizer a idade


O empresário Ueze Zahran, dono da Copagaz e das TV’s Centro América e Morena, afiliadas da Rede Globo em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, respectivamente, não gosta de dizer sua idade e tem uma câmara hiperbárica em seu jardim, onde costuma cochilar após o almoço.

Ele foi um dos entrevistados pela revista Pequena e Médias Empresas, da Exame, em uma edição sobre o Centro-Oeste.

Na entrevista, ele relatou as dificuldades da infância – começou a trabalhar aos 12 anos e o pais era viciado em pôquer –, e como começou a construir seu império.

Em 2013, o faturamento da Copagaz foi de 1,4 bilhão:

O primeiro botijão não se esquece

A mãe do empreendedor Ueze Zahran ficou imensamente feliz ao cozinhar em seu primeiro fogão a gás. Imaginando que havia muitas mães como a dele pelo Brasil, Zahran montou a distribuidora Copagaz, que faturou 1,4 bilhão de reais em 2013

MARIA LUÍSA MENDES, DA PME

Ueze Zahran, presidente da Copagaz, não gosta de dizer a idade. Respeitemos. Mas ele é do tempo em que se amarrava cachorro com linguiça. “Não escreva quan­­tos anos tenho, até porque ninguém vai acreditar mesmo”, pediu na entrevista a Exame PME. Zahran, per­doe o trocadilho bobo, está a todo gás. “Não sobra tempo para nada por causa do trabalho”, diz.
http://www.midianews.com.br/images/aspas_right.gif"Papai descobriu que eu guardava o dinheiro com seu Juvêncio, um barbeiro da cidade. Foi lá, pegou tudo e perdeu no pôquer. Aquilo acabou comigo"

Ele poderia passar o tempo curtindo seus cavalos árabes e cochilando após o almoço na câmara hiperbárica que mantém no jardim. “Uma vez to­mei uma porcaria de um uísque que não fez muito bem”, diz. Um amigo sugeriu-lhe descansar numa câmara dessas que estava em seu laboratório. “Depois de 1 ho­ra, saí com uma vontade desgraçada de trabalhar”, diz Zahran. Conheça sua trajetória.

"Meus pais se casaram no Líbano, pegaram o vapor e vieram para o Brasil nos anos 20. Subiram o rio Paraguai até Bela Vista, uma cidadezinha em Mato Grosso onde o irmão de minha mãe era um comerciante forte.

Em Campo Grande, para onde se mudaram, meu pai mon­tou um bar, depois um restaurante e uma pastelaria. Dava dinheiro, mas ele jogava tudo que ganhava no pôquer, como a maioria dos libaneses da região. E meu tio, que também perdia dinheiro no jogo, não podia nos ajudar.

Comecei a trabalhar no bar aos 12 anos. Sou o segundo de seis filhos. O mais velho teve poliomielite, o que aleijou o braço esquerdo e afetou a coluna. Mas ele conseguia trabalhar com o braço direito. Quando ele tinha 14 anos, começou a arrastar a perna e ficou de cama por dois anos. Eu ficava sozinho tomando conta do bar à tarde, durante o tempo em que meu pai saía para jogar.

Eu tirava escondido dinheiro do caixa para comprar uma casa para a família e arrumar o restaurante, que perigava cair em nossa cabeça. Papai descobriu que eu guardava o dinheiro com seu Juvêncio, um barbeiro da cidade. Foi lá, pegou tudo e perdeu no pôquer. Aquilo acabou comigo. Perdemos o bar e ficamos sem ter onde morar. Um amigo de meu pai, que trabalhava com cereais, nos deixou dormir num armazém.

Finalmente, conseguimos alugar uma padaria. As padarias têm um equipamento chamado cilindro, usado para esticar a massa. O cilindro da nossa era aberto. O equipamento já tinha pegado o dedo de dois funcionários. Por isso, eu não estava deixando mais ninguém trabalhar naquele cilindro. Só eu mexia nele.

Eu ti­nha 16 anos e trabalhava muito. Também estudava — cursava o que naquele tempo era o ginásio. Dormia pouco e muitas vezes operava a máquina já quase dormindo! Um dia, o cilindro pegou meu dedo, que depois o médico costurou de qualquer jeito.

Era 1941 e, por força da guerra, havia dificuldade de comprar farinha de trigo. O Brasil não produzia e a Argentina, que tinha uma grande colheita, mandava tudo para o Eixo. Conseguimos comprar trigo de um carroceiro chamado Nendipe, que trouxe farinha da Argentina atravessando o Paraguai. Pagamos 82.000 réis pelo saco — oito vezes o valor normal.
http://www.midianews.com.br/images/aspas_left.gif"Ficou apaixonada pelo fogão a gás dele. Minha mãe nunca havia usado aquilo — na nossa casa, em Campo Grande, o fogão era a lenha. "

Soube que os prefeitos paulistas estavam comprando farinha de trigo por um preço melhor, pois o estado de São Paulo tinha conseguido importar o produto. Era um benefício só para São Paulo, mas decidi tentar comprar mesmo assim.

Peguei o trem e fui. Aquela viagem levou dois dias e duas noites. Fiquei na casa de um irmão que estudava engenharia na Escola Politécnica, da USP. Esse irmão também jogava a dinheiro. Mas não era pôquer, como no caso de meu pai e meu tio — era sinuca e xadrez.

Pedi a ele que me levasse ao centro da cidade, onde o governo vendia trigo aos prefeitos. Tive de esperar o dia inteiro para ser atendido, mas valeu a pena, porque deu certo. Eu estava louco de felicidade, pois meu pai não pegou o dinheiro da empresa para apostar no jogo. Dessa vez, nós havíamos guardado no banco.

Já tínhamos conseguido alugar uma pequena casa quando, algum tempo depois, minha mãe quis viajar para São Paulo para rever seu irmão, o Felipe — meu tio era um homem esperto, mas também apostava no pôquer tudo que tinha na mão.

Ela ficou hospedada na casa dele por dias e dias. Ficou apaixonada pelo fogão a gás dele. Minha mãe nunca havia usado aquilo — na nossa casa, em Campo Grande, o fogão era a lenha.

Havia uma razão importante para ela ter ficado tão encantada. Àquela altura, nossa padaria tinha evoluído e vendíamos almoço também. Minha mãe tinha de cozinhar tudo no fogão a lenha, o que dava um trabalhão. Então, vim até São Paulo, comprei um fogão e quatro botijões e voltei para Campo Grande. Minha mãe ficou passada de felicidade quando viu a chama azul debaixo da panela. Imaginei milhões de mães felizes assim e decidi trabalhar com isso.

Comecei a estudar por minha conta tudo o que podia sobre gás liquefeito de petróleo, o gás de cozinha. Como é produzido? Quais são as vantagens? E os riscos? Viajei novamente para São Paulo, com a intenção de voltar para Campo Grande como representante de alguma distribuidora.

Procurei um escritório da Supergasbras. Na parede havia um grande mapa do Brasil com bandeirinhas fincadas em muitas cidades. Cada bandeirinha era uma concessionária. Propus que eles colocassem uma bandeirinha em Campo Grande — e que eu fosse o concessionário na cidade. Fui aceito.

Na saída percebi um botijão grande ao lado de outro pequeno. Perguntei quantos quilos cabiam em cada um, mas eles não souberam me responder na hora. Na verdade, eu sabia — 5 quilos no pequeno e 13 no grande. Me dei conta de quanto, àquela altura, eu já estava por dentro desse mercado. Foi quando decidi: “Quer saber de uma coisa? Não vou ser representante, não. Vou é ter uma empresa distribuidora”.

Fundei a Copagaz quando a Petrobras começou a produzir gás no Brasil, em 1955. Comprei 26 tanques de 1 tonelada cada um para levar o gás até Campo Grande. Eu queria grudar os tanques de forma a ficar com 13, cada um com capacidade para 2 toneladas. O preço do frete de um tanque de 2 toneladas era igual ao de um tanque de 1 tonelada.

Avisaram que era perigoso fazer aquilo, porque poderia vazar e até trincar durante o transporte. Mesmo assim mandei fazer a soldagem. De vez em quando vazava alguma coisa e o bombeiro ligava na casa de minha prima, onde eu ficava em São Paulo, e eu tinha de sair no meio da noite com uma chave-inglesa na mão para apertar as coisas e amarrar tudo. Resolvi, então, montar uma engarrafadora em São Paulo para que o gás fosse transportado para Campo Grande já em botijões.
http://www.midianews.com.br/images/aspas_right.gif"Não tenho vontade de parar de trabalhar. Gosto da Copagaz e quero deixá-la para minhas filhas"

Meu escritório ficava junto com a engarrafadora, num terreno para os lados do bairro de Santo Amaro. Quando terminava o serviço, eu também ia embora com o pessoal. Notei que muitos funcionários chegavam ao terminal e perguntavam a outros passageiros para onde determina­do ônibus estava indo.

Como o destino vem sempre escrito na frente dos carros, me dei conta de que eram analfabetos. Nos anos seguintes, batalhei para que todo funcionário da empresa soubesse ler e escrever.

No início, eu dava a mensalidade escolar, mas descobri que eles não compareciam à escola. As aulas eram depois do trabalho, à noite, só que eles iam direto para casa. Contratei professoras e improvisei. O que era refeitório de dia virava sala de aula à noite. Eu não deixava ninguém sair.

Levei quatro anos, mas consegui alfabetizar todo mundo. Para quem quisesse continuar os estudos, a empresa passou a pagar 70% da mensalidade. É bacana ver que eles não mudam de empresa depois de mais bem qualificados. Eles gostam de trabalhar aqui.

Muita gente me diz que eu poderia vender a empresa para me aposentar e cuidar de meus cavalos, sossegado. Recebo sempre propostas, e já estou cansado de dizer que não quero vender. A Copagaz tem bastante o que crescer. Atendemos hoje só 8% da demanda do país.

Acabamos de entrar na Bahia. Não tenho vontade de parar de trabalhar. Gosto da Copagaz e quero deixá-la para minhas filhas. O sucessor na gestão já está escolhido — o nome é segredo de Estado."


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Petrobrás prevê produção recorde de petróleo e derivados




A Petrobrás informou nesta segunda-feira (11) que prevê uma extração recorde de 2,078 milhões de barris de petróleo/dia em 2014, crescimento de 7,5%. Quanto a produção de derivados, haverá aumento de 3,4%, para 2,19 milhões de barris/dia.

Caso essa projeção seja confirmada, a Petrobrás alcançará este ano uma produção superior a de 2011 (2,021 milhões de barris diários), até agora a maior de sua história. Além de cumprir sua meta, a empresa encerrará um período de dois anos consecutivos de quedas na produção.

A meta da empresa é elevar a produção de 2,078 milhões de barris diários este ano para 3,2 milhões de barris em 2018 e 4,2 milhões em 2020. O diretor de exploração da estatal, José Formigli, atribuiu esse crescimento ao início da operação de uma nova plataforma em águas profundas e à interligação de novos poços do pré-sal. “A tendência é que a produção continue aumentando. Após a interligação de 30 novos poços no primeiro semestre, interligaremos outros 33 no segundo semestre e vamos colocar em operação três novas plataformas marítimas", afirmou Formigli.

O executivo acrescentou que o aumento da produção e da produtividade, especialmente nos poços do pré-sal, estão ajudando a Petrobras a reduzir os custos de extração. Segundo a empresa, o custo de extração caiu de US$ 14,76 por barril em 2013 para US$ 14,57 no primeiro semestre de 2014. Além disso, esse valor deverá chegar a US$ 14,16 para o final do ano, de acordo com as projeções.

O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, disse que a maior produção permitiu que o lucro operacional crescesse 17% no segundo trimestre em relação ao primeiro, mas que os custos financeiros provocaram uma queda do lucro líquido da companhia. A empresa informou na última sexta-feira que seu lucro líquido no segundo trimestre foi de R$ 4,959 bilhões, uma queda de 20% em relação ao mesmo período de 2013 e de 8% em comparação com o primeiro trimestre deste ano.

O diretor financeiro também atribuiu a queda nos lucros à diminuição das exportações, às menores receitas com a venda de ativos e à defasagem entre os preços internos dos combustíveis e os cobrados no mercado internacional. "Com a previsão de crescimento da produção poderemos exportar mais petróleo e oferecer mais gás natural no mercado nacional e reduzir os custos com a importação de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que é caro", afirmou Barbassa. A Petrobras pretende exportar cerca de 250 mil barris de petróleo por dia, no segundo semestre, 51% a mais que o exportado no primeiro semestre do ano.

Comparado com gasolina e diesel GLP dá pouco prejuízo

Ao contrário do que enfatiza o diretor financeiro da Petrobrás Almir Barbassa não é o GLP o vilão dos prejuízos da estatal. Em recente estudo, o Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, fez levantamento de 2011 a 2013 e constatou que deixaram de entrar no caixa da Petrobrás R$ 104 bilhões no triênio, por conta do represamento dos preços dos combustíveis imposto pelo governo à estatal.

Segundo o professor Edmar de Almeida, coordenador do trabalho feito pela UFRJ, no período analisado (2011-2013), levando em conta um cenário no qual a estatal praticasse preços similares ao patamar internacional, a estatal teria receitas maiores em R$ 66,3 bilhões com o diesel, R$ 34,9 bilhões com a gasolina e R$ 3 bilhões com o GLP. Ou seja, a importação de gás de cozinha responde por apenas 2,9% do déficit total da paridade dos preços interno-externos.








domingo, 3 de agosto de 2014

Planejar é preciso

Fonte: Planejar é preciso Revista ES Brasil 

Desde o século passado, a forma de conduzir organizações empresariais no mundo todo teve sua realidade transformada a partir de um novo conceito: planejamento estratégico. A cultura de planejar ações se estendeu para outros setores, e atingiu a administração pública, que de forma global começou a elaborar planos e metas, como forma de parametrizar o crescimento e o desenvolvimento de Estados e países.

No Espírito Santo não é diferente. As ações governamentais são focadas nas metas traçadas no Plano de Desenvolvimento do Estado, uma análise do cenário econômico feita em parceria entre governo do Estado, entidades representativas da sociedade civil organizada e instituições privadas, que permite avaliar o presente e propor ações futuras.

O estudo mais atualizado, publicado em dezembro de 2013, faz uma projeção das ações de desenvolvimento pelos próximos 16 anos. É o ES 2030, que aponta, como um dos pilares de desenvolvimento do Estado, o setor de energia. É aí que queremos chegar.

Em 2012, segundo dados da Agência de Serviços Públicos de Energia do Espírito Santo (Aspe), o consumo final de energia do estado ultrapassou os 7 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (tep). O consumo per capita ficou em 1,90 tep/hab (toneladas equivalentes de petróleo por habitante), acima da média nacional, de 1,27 tep/hab. Apesar de habitar menos de 2% da população brasileira, o Espírito Santo é, proporcionalmente, um dos maiores consumidores de energia do país, e este consumo vem crescendo em alguns setores, como é o caso dos consumidores residenciais.

O aumento do poder aquisitivo das famílias e a consequente melhoria da qualidade de vida é um fator de forte influência. Um exemplo é o consumo de eletrodomésticos. Dados da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) dão conta de que, só nos primeiros quatro meses de 2014, foram vendidos 5,7 milhões de televisores, 46% mais que o mesmo período do ano passado. A previsão do setor é fechar este ano com 16 milhões de televisores vendidos.

A questão é ter energia para atender a esta demanda. Tem que ter energia para suprir esta demanda. Imaginando que cada TV, gastando pouco, consuma 60 w, é só fazer as contas. Isso é apenas um exemplo, mas esta problemática ainda não está na cabeça das pessoas. É necessário pensar em planejamento energético para atender este crescimento. Não existe pensar em futuro sem pensar no suprimento de energia, afirmou o diretor geral da Aspe, Luiz Fernando Schettino.

Cenário atual

Atualmente, o Espírito Santo não dispõe de um planejamento próprio na área energética. O ES 2030 se aproxima deste propósito, ao sugerir ações de desenvolvimento do setor, como atrair e incentivar investimentos que aproveitem as oportunidades geradas na cadeia de energia, petróleo e gás e integrar esta cadeia ao sistema estadual de produção e difusão de ciência, tecnologia e inovação. Entretanto, esta integração requer um esforço amplo e contínuo de diversas frentes, uma vez que a cadeia energética, hoje, é administrada em âmbito federal.

O planejamento energético capixaba depende, atualmente, do trabalho realizado pela Empresa de Pesquisa Energética, ligada ao Ministério de Minas e Energia. Publicado em 2007, o Plano Nacional de Energia 2030, desenvolvido pelo órgão, é o instrumento utilizado para orientar os trabalhos de longo prazo, balizando as alternativas de suprimento da demanda de energia nas próximas décadas em todo o Brasil.

Porém, para o presidente do Conselho Temático de Energia (Conerg) da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Nélio Borges, o fato de esse plano ser realizado em âmbito federal o afasta da realidade do nosso Estado, e dificulta a articulação com o plano de desenvolvimento econômico Hoje, o plano de crescimento estadual se desenvolve sem dialogar com o planejamento de geração de energia, que é feito em nível nacional. Trabalhar dessa forma não é adequado, porque gera dificuldades. Não temos como acompanhar, por exemplo, a execução de obras e o cumprimento de prazos. Quando os dois planos caminham de forma independente, nós não temos como saber o que vai acontecer e isso aumenta nosso risco operacional, afirmou Borges.