sexta-feira, 20 de março de 2015

.Comissão da Câmara aprova projeto de Vander que zera impostos sobre gás de cozinha

A CCSF (Comissão de Seguridade Social e Família) da Câmara dos Deputados aprovou ontem, por unanimidade, o parecer favorável da deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) ao Projeto de Lei (PL) 6740/2010, de autoria do deputado federal Vander Loubet (PT

A proposição de Vander tem como objetivo a inclusão do gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo – GLP) como item da cesta básica quando destinando ao uso doméstico. Com isso, seriam reduzidas a zero as alíquotas de PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a importação e comercialização do produto.
De acordo com Benedita, relatora do projeto na CSSF, o gás de cozinha é um item essencial para a alimentação e, portanto, é oportuna a proposição. “A inclusão desse item na cesta básica já é tardia, pois há muito tempo os fornos a gás substituíram o forno a lenha nas residências, inclusive nas casas da população de baixa renda”, afirmou em seu relatório.

O deputado Vander comemorou a aprovação da matéria na Comissão e afirmou que há uma grande expectativa da população em torno da proposição.
“Esse projeto tem uma grande importância social. De nada adianta as famílias mais pobres terem acesso a alimentos se não houver condições para cozinhá-los. Incluir o gás como item da cesta básica vai atestar a necessidade desse item para a população e vai permitir que se reduza a carga tributária sobre o produto, melhorando o preço final para o consumidor”, destaca Vander.

Atualização 
Os itens da cesta básica foram definidos pelas Comissões do Salário Mínimo, criadas antes da instituição do Decreto-Lei 399/1938. Essa cesta passou a ser denominada de Cesta Básica Nacional, sendo composta por 13 itens: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana, açúcar, óleo e manteiga.

Em março de 2013, a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.839, que zerou o PIS/Pasep e a Cofins para os produtos da cesta e incluiu mais três itens: papel higiênico, pasta de dentes e sabonete. No entanto, Vander Loubet acredita é necessária mais uma atualização para a inclusão do gás de cozinha.

"Em 1938 a realidade era outra. Atualmente pouca gente ainda usa a lenha para cozinhar. Hoje o GLP é item de primeira necessidade. E com a desoneração tributária vamos beneficiar principalmente a população de baixa renda, que muitas vezes possui dificuldades de dispor de R$ 60 para adquirir um botijão de gás", ponderou o parlamentar sul-mato-grossense.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para as comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
Na tramitação em caráter conclusivo, o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: a) se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); e b) se depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.


Deputado federal Vander Loubet (PT)
A CCSF (Comissão de Seguridade Social e Família) da Câmara dos Deputados aprovou ontem, por unanimidade, o parecer favorável da deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) ao Projeto de Lei (PL) 6740/2010, de autoria do deputado federal Vander Loubet (PT-MS).
A proposição de Vander tem como objetivo a inclusão do gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo – GLP) como item da cesta básica quando destinando ao uso doméstico. Com isso, seriam reduzidas a zero as alíquotas de PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a importação e comercialização do produto.
De acordo com Benedita, relatora do projeto na CSSF, o gás de cozinha é um item essencial para a alimentação e, portanto, é oportuna a proposição. “A inclusão desse item na cesta básica já é tardia, pois há muito tempo os fornos a gás substituíram o forno a lenha nas residências, inclusive nas casas da população de baixa renda”, afirmou em seu relatório.

O deputado Vander comemorou a aprovação da matéria na Comissão e afirmou que há uma grande expectativa da população em torno da proposição.
“Esse projeto tem uma grande importância social. De nada adianta as famílias mais pobres terem acesso a alimentos se não houver condições para cozinhá-los. Incluir o gás como item da cesta básica vai atestar a necessidade desse item para a população e vai permitir que se reduza a carga tributária sobre o produto, melhorando o preço final para o consumidor”, destaca Vander.

Atualização 
Os itens da cesta básica foram definidos pelas Comissões do Salário Mínimo, criadas antes da instituição do Decreto-Lei 399/1938. Essa cesta passou a ser denominada de Cesta Básica Nacional, sendo composta por 13 itens: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana, açúcar, óleo e manteiga.

Em março de 2013, a presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.839, que zerou o PIS/Pasep e a Cofins para os produtos da cesta e incluiu mais três itens: papel higiênico, pasta de dentes e sabonete. No entanto, Vander Loubet acredita é necessária mais uma atualização para a inclusão do gás de cozinha.

"Em 1938 a realidade era outra. Atualmente pouca gente ainda usa a lenha para cozinhar. Hoje o GLP é item de primeira necessidade. E com a desoneração tributária vamos beneficiar principalmente a população de baixa renda, que muitas vezes possui dificuldades de dispor de R$ 60 para adquirir um botijão de gás", ponderou o parlamentar sul-mato-grossense.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para as comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).
Na tramitação em caráter conclusivo, o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: a) se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); e b) se depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.


quinta-feira, 5 de março de 2015

Água e gás de cozinha no comércio de MT ficam escassos após protesto

Moradores de Sinop fizeram fila para comprar gás de cozinha no domingo.
Bloqueios dificultam que cargas de água e de gás cheguem ao interior.
Do G1 MT


Os bloqueios nas rodovias federais têm afetado diretamente os mato-grossenses diante da escassez de combustível, gás de cozinha e até mesmo de água mineral, em alguns municípios do estado. Em Sinop, a 503 km de Cuiabá, cerca de 200 pessoas passaram o domingo (1º) em uma fila na porta de uma distribuidora de gás de cozinha. Algumas chegaram a ficar mais de 6 horas na fila para conseguir comprar um botijão.

A dona de casa Aparecida de Jesus teve de usar o fogão a lenha para fazer a refeição dos filhos e ficou mais de 4 horas na fila para comprar um botijão. "Quem tem criança em casa tem que improvisar. Fiz um fogão a lenha no quintal de casa para ninguém ficar com fome até eu conseguir comprar o gás", disse.


O empresário Rafael Kerber disse que aguardava um caminhão com cerca de 300 botijões, mas que só as pessoas que estavam na fila já iriam levar 60% do estoque. "Só quem está aqui na fila já deve levar uns 200  botijões. Para chegar até aqui [na di

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Distribuidoras reajustam preço do gás de cozinha a partir desta terça-feira

Consumidor  pagará pela alta dos custos, resultado da tributação sobre os derivados que afetou o preço do transporte.

Manaus - O preço do gás de cozinha, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), vai subir até R$ 1,50 nesta terça-feira (10), segundo distribuidores e revendedores. O recente aumento de impostos e a elevação do custo do transporte são os motivos alegados para o reajuste de R$ 0,04 por quilo do combustível.
Os revendedores de gás receberam, na quarta-feira, um informativo de uma das empresas que distribui o GLP em Manaus, que mencionava o reajuste para a próxima terça. No comunicado, os últimos aumentos no preço dos combustíveis e nos impostos Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) são relacionados como motivo para o ‘pequeno reajuste’ nas cargas de gás de dois a 45 quilos (kg).
Devido à concorrência, a Distribuidora Box Ceará decidiu repassar somente o reajuste praticado pela fornecedora do gás. “Como estamos há seis meses aqui e tem muitas distribuidoras próximas, vamos passar somente os R$ 0,04 por quilo, que dá R$ 0,52 para as botijas de 13 kg e uns R$ 0,35 para a de 8 (kg)” , afirma a proprietária Marta Souza, que recebeu uma mensagem da distribuidora, informando sobre o aumento de R$ 0,04.
A Distribuidora  Pontes também foi informada sobre o aumento. O proprietário Jaime Pontes acredita que além dos impostos, o combustível também pesou. 
Os distribuidores relatam que estão ocorrendo reajustes próximos uns dos outros. De acordo com Marta Souza, o último foi em novembro. 
Foram quatro reajustes de 2014 até este ano, segundo o coordenador da Distribuidora Nosso Gás, Edson dos Santos. “Da metade de 2014 até o final, teve três reajuste de GLP. Em cada um é R$ 0,05. Inclusive seguramos o último, devido à perda de clientes. Agora é o quarto”, analisou Santos. A empresa, que também foi informada por mensagem do reajuste, vai repassar R$ 1,50. Despesas com funcionários, veículos, telefone, internet, alimentação e impostos fazem parte do custo operacional.
Uma das duas companhias que fazem a comercialização do gás para distribuidores, a Fogás, confirmou que haverá aumento, através do setor marketing. “Em virtude do elevado aumento dos combustíveis praticados pelos fornecedores para o Diesel em 15%, informamos que a Fogás ajustará seus preços”, diz a nota. 
Os preços do gás serão  em 1,1%, que representa um acréscimo ao preço atual de R$ 0,52 no preço do botijão de 13 quilos. O preço do botijão de 13 kg passará de R$ 45,50 para R$ 46 para compra no posto da empresa e de R$ 49 para R$ 49,50 na entrega domiciliar, informou a Fogás.
Nas distribuidoras, a reportagem encontrou preços de botijas de 5 kg variando de R$ 23 a R$ 26. As de 8 kg são vendidas de R$ 33 a R$ 35 e as de 13 kg de R$ 43 a R$ 48. 
Enquanto os preços aumentam, os consumidores lamentam. A aposentada Maria das Graças Souza encontra a botija de 13 kg a R$ 48 e acha caro. “Um dia desses aumentou, agora tem mais. É um preço muito caro e tudo está subindo, água, luz”, afirmou. 
Na Amazongás, o preço do gás não vai subir, segundo o gerente comercial da empresa, Heron Lanhellas. “Agora não tem nada previsto (reajuste). Sabemos que o frete encarece, tem o custo operacional”, ponderou. 
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou, em nota, que os preços do gás são livres.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Gás de cozinha com reajuste de 10%

Distribuidores afirmam que receberam os botijões de gás de cozinha com valor já reajustado


O consumidor está pagando 10% mais caro pelo Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha para uso industrial e comercial comercializado no botijão.

Conforme o Sindicato dos Distribuidores e Revendedores de Gás (Sirgás), o botijão de 13 kg teve um aumento em agosto do ano passado. Segundo o Sirgás, o reajuste foi provocado por um comunicado das distribuidoras. Hoje, já custa R$ 55,00 em alguns pontos comerciais.

O Sindicato informa ainda que o reajuste foi mais alto que a inflação registrada nos últimos 12 meses, que ficou em 6,52%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

De acordo com o proprietário de uma revendedora de gás, J.G.C., os revendedores já estão recebendo o produto com valor elevado. “Como não conseguiram absorver esse aumento, os vendedores repassaram para o cliente”, relatou.

Energia - Desde 1º de janeiro deste ano, a conta de energia dos consumidores ficou mais cara. Isso aconteceu porque entrou em vigor a bandeira tarifária de cor vermelha para os consumidores de todos os Estados. A definição da bandeira de cor vermelha, segundo a Aneel, significará um acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos no mês que vem.

Aumentos

Reajustes. Segundo dados do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), o transporte apresentou elevação em suas taxas de variação. O grupo de educação, leitura e recreação, de 2,63% para 4, 15%; o transporte, de 1,76% para 2,39%; habitação, de 1,85% para 2,01%; e os cigarros, de 2,18% para 3,34%. Os cursos formais tiveram alta significativa, passando de 6,29% para 9,19%.


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Carreta com botijões perde controle, tomba e mata o motorista na BR-402


CONDUTOR FICOU PRESO às ferragens do veículo. Equipe dos Bombeiros foi acionada


Uma carreta carregada com botijões de gás tombou por volta das 4h da madrugada desta segunda-feira (19/01), na BR-402, próximo à localidade Camurupim, zona rural do município de Luis Correia, Norte do Estado. No acidente, o motorista do veículo ficou preso às ferragens da cabine e morreu ainda no local.
O acidente aconteceu na altura do Km 70 da rodovia que liga o Piauí ao Norte do estado do Ceará. A vítima sofreu múltiplas fraturas pelo corpo. Albino Luciano da Silva, de 36 anos, era natural da cidade de Limoneiro do Norte, no Ceará.

Equipes dos Bombeiros tiveram de ser acionadas e para fazer a retirada do corpo da vítima que estava preso às ferragens da cabine do caminhão. A pista ficou por horas interditada, já que a carreta ficou tombada sobre as duas pistas da rodovia, obrigando o desvio pelo acostamento.
Somente no início da manhã, uma equipe do Instituto de Medicina Legal da cidade de Parnaíba chegou ao local para fazer a remoção do corpo de Albino.
A carga chegou a ser inspecionada no local do acidente pelas equipes da Polícia Rodoviária Federal e do Corpo de Bombeiros. Os botijões estavam vazios, e o risco de explosão no local do acidente foi descartado.
Com informações do Portal do Catita





sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Em Curitiba (PR) cilindro de 45 kg é transportado de bicicleta


O repórter fotográfico Átila Alberti flagrou, no centro de Curitiba (PR), funcionário de uma revenda de gás de cozinha transportando dois botijões em uma bicicleta. Os cilindros, de 13 kg e 45 kg, estavam posicionados na horizontal, o que não é permitido, levando risco a pedestres, motoristas, além do condutor do ciclo.

Segundo a distribuidora Ultragaz, o entregador agiu de forma errada ao conduzir os botijões deitados, já que existe risco de vazamento. A engarrafadora tentou justificar o uso indevido de uma bicicleta pelas dificuldades de deslocamento, decorrente do tráfego intenso de veículos na região central de Curitiba.


A Ultragaz só esqueceu que veículos de duas rodas são proibidos de transportar produtos perigosos, independentemente do tamanho dos cilindros (CBT - Art. 244, Inciso VIII – transportando carga incompatível com suas especificações).

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Importações de GLP custarão R$ 2,5 bilhões em 2014


As importações de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, aumentaram 14,93% até outubro de 2014, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Nos dez primeiros meses do ano foram 3,2 milhões de metros cúbicos de GLP, o que corresponde a 12,64% do total das importações brasileiras de combustíveis.

As importações de gás de cozinha representaram 28,46% do consumo nacional do produto, que chegou a 11,2 milhões de m3, até outubro.

Os dispêndios com a aquisição de GLP deverão impactar a balança comercial brasileira de 2014 em, aproximadamente, R$ 2,5 bilhões.