O Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de
Petróleo do Estado do Rio de Janeiro – SIRGASERJ, por intermédio de seu
Vice-Presidente, Carlos Alberto Batista, convida V. Sa. Para a reunião que será
realizada no dia 24 de junho de 2016, das 14h às 17h, no auditório da Câmara de
Vereadores do município de São Pedro da Aldeia, situado na rua Hermógenes da
Costa 179, Centro – São Pedro da Aldeia – RJ. Na ocasião será discutido e
apresentado os resultados das ações de combate ao comércio clandestino na Região
dos Lagos e esclarecimentos, por parte do representante da ANP, da resolução
ANP No 26, de 27.05.2015. Contamos com sua presença!
quinta-feira, 16 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Vale o que está escrito, mas o decreto é de 1976
Na última quarta feira (01/06), visitei a ACESG (Associação Comercial e
empresarial de São Gonçalo), que tem na presidência, o amigo Evanildo Barreto,
homem íntegro e fervoroso nas questões que envolvem o bem estar da nossa Cidade.
O objetivo da conversa foi o de buscar apoio para a solução de um
problema, que os consumidores e empresários Gás LP estão vivendo no município.
Alguns condomínios estão sendo notificados pelo Corpos de Bombeiros
,para que orientem os seus moradores sobre a proibição da venda de gás de
cozinha e façam toda mudança em seus apartamentos , para que se possa instalar
gás canalizado.
Tivemos uma longa conversa, onde expliquei
a minha grande preocupação sobre o impacto que isso pode causar na economia familiar do morador, e município, pois este
empresário paga impostos. Não se está levando em conta a vontade do consumidor,
será que ele quer gás encanado? Um
problema que está acontecendo em todo estado, mas que em São Gonçalo já é um
grande conflito.
Cumpra-se a lei
A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio
(Agenersa) publicou no Diário Oficial a Instrução Normativa (IN) CODIR nº
48, que aprova o regulamento e manual de rede de distribuição interna de gás. A
IN define os requisitos mínimos à aprovação de projetos e inspeção e
fiscalização da rede interna de gás - de acordo com a ABNT NBR 15923 - para o
cumprimento da Lei Estadual nº 6.890, de 18 de setembro de 2014, que obriga
inspeção de segurança a cada cinco anos nas instalações de gás canalizado e em
botijões nas residências e prédios comerciais. Cabe à Agenersa regular apenas
as empresas de gás canalizado, uma vez que a Agência é responsável pela
regulação e fiscalização dos contratos de concessão firmados entre o Governo do
Estado e as Concessionárias Ceg e Ceg Rio - empresas do grupo Gás Natural
Fenosa.
Quem Fiscaliza?
Vale lembrar, que embora a Agenersa fiscalize somente o gás encanado, a
inspeção abrange também o gás LP (gás de cozinha), já que o sistema é o mesmo
para um e para o outro. O grande conflito é que , em relação a inspeção que é
obrigatória, segundo a lei, mas não está sendo feita. Empresas de gás encanados, estão se valendo de um decreto do Corpos de Bombeiros de 1976,
para obrigar os moradores de condomínios com mais de 4 unidades a
instarem o produto. Ora, ninguém questiona a obrigação, porém a inspeção também
é obrigatória, e mais a empresa acreditada, tem que ter aprovação pelo Inmetro.
Além de designar o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) como o órgão responsável por acreditar empresas para realizar o serviço, a IN nº 48 determina ainda que essas firmas tenham profissionais responsáveis inscritos no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Rio (CREA-RJ) ou no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ).
A nova instrução, que já está em vigor, também define que os técnicos das empresas acreditadas, deverão vistoriar todas as instalações e as peças que compõem os equipamentos referentes ao sistema de fornecimento de gás natural em fogões e aquecedores. Dentre os principais pontos a serem vistoriados estão a instalação dos rabichos e aparelhos; o traçado e materiais utilizados nas instalações prediais de gás internas; a estanqueidade das instalações prediais internas de gás; as cabines de medidores e reguladores; chaminés de exaustão individuais e/ou coletivas ou forçadas dos aquecedores (dimensionamento e funcionamento); homogeneização da combustão dos aquecedores, com teste de monóxido de carbono, quando necessário; estanqueidade das torneiras de ligação entre a tubulação de gás e os rabichos de ligação dos aparelhos; a qualidade do ambiente onde estão os aparelhos a gás instalados, e a questão das ventilações permanentes superiores e inferiores necessárias, conforme determina as normativas vigentes.
O presidente ouviu atentamente o meu relato e se prontificou a nos
ajudar dentro da esfera da Instituição.
sábado, 21 de maio de 2016
Agências reguladoras: transparência, controle e análise de impacto regulatório
Cristiane Caravana, Advogada do Sindigás
A obrigatoriedade da Análise de Impacto Regulatório (AIR), recentemente
estabelecida, traz de volta uma pergunta antiga: como anda a questão da
transparência nas agências reguladoras? Criadas por lei, essas autarquias, por
serem de regime especial, possuem maior autonomia, seja administrativa,
política, econômica ou financeira. Tal independência consagra a grande
importância do papel desses entes, pois garante seu próprio funcionamento e
impede que sofram indevidas ingerências do poder estatal, resguardando seus
objetivos essenciais.
Entretanto, de forma geral, a dita autonomia conferida a essas autarquias, assim como o grande poder conferido de fiscalizar e normatizar as atividades dos mais diversos setores da economia, fizeram delas grandes centros fechados de poder.
O que muitas vezes cai no esquecimento é que, pelo fato de fazerem parte da Administração Indireta, sendo na realidade, órgãos de Estado e não de governo, deve haver primazia, dentre outros, do princípio da legalidade, publicidade e moralidade. Contudo, em diversos casos, falta bastante para que elas consigam atender os pontos essenciais para desempenharem de maneira correta sua real missão, visto que muitas vezes a independência dos agentes reguladores faz com que se insurja um insulamento do corpo técnico frente ao setor regulado e, até mesmo, frente ao próprio governo, resultando em danos para a sociedade.
Além do dever de respeitar os princípios constitucionais que norteiam a Administração Pública, as agências devem, ainda, estar pautados e em conformidade com o ordenamento jurídico. Para tal, existe a possibilidade de que a atuação desses entes fique sujeita a alguns tipos de controle, como o realizado pelo TCU, que já manifestou preocupação quanto à falta de transparência nos trabalhos de agências reguladoras. Houve questionamentos do órgão sobre as políticas adotadas pela ANP, ANTT, ANTAQ, ANAC e ANA, citando a falta de estrutura que permitisse à sociedade o acompanhamento das decisões tomadas pelas agências. O TCU apontou variadas situações em que não foram divulgadas, por exemplo, pautas prévias das reuniões e mesmo casos de inexistência de atas dos encontros.
Além do controle exercido pelo TCU, pode-se, ainda, destacar outros tipos, como: o administrativo (que ocorre internamente); o do Poder Legislativo, disposto no artigo 49, X, CRFB/88 e o exercido pelo Poder Judiciário, assim como pelo próprio MP. Contudo, existe um tipo de controle que acaba ficando no esquecimento, e é muitas vezes desvalorizado: o controle social.
O controle social é uma hipótese de atos de fiscalização que são exercidos diretamente pela sociedade nas atividades desenvolvidas pelas entidades reguladoras. Essa possibilidade pode se configurar através de denúncias ou representações, exigindo análise das decisões proferidas pelos entes reguladores que estejam em desconformidade, por exemplo, com o contexto econômico e social. Todavia, o que se observa é que nem sempre a sociedade tem acesso às decisões proferidas, impossibilitando o exercício desse tipo de controle.
Cumpre pontuar que a possibilidade de controle social pela população faz com que se desenvolva um mecanismo diferenciado de cobrança de prestação de serviços públicos, com eficiência e qualidade. Além disso, por ser uma expressão direta da cidadania, esse exercício se demonstra legítimo e potencialmente eficaz, além de não ser uma forma dispendiosa.
Vale destacar que todo esse cenário vem sendo modificado aos poucos, com a adoção vagarosa por algumas das agências dos requisitos exigidos em lei, fazendo com que renasça a esperança da efetiva melhora do modelo regulatório brasileiro. Contudo, um longo caminho ainda deve ser percorrido.
Isso porque a transparência e a publicidade, princípios basilares de todos os atos praticados pelos agentes administrativos, ainda não são amplamente respeitados. Vale esclarecer que não se discute os casos de sigilo permitidos em lei, cabíveis sempre em caráter excepcional. Discute-se a privação de acesso de atos, decisões e manifestações, essenciais para a boa prática regulatória.
Em consequência disso, é grande a insegurança jurídica existente por parte da sociedade e mesmo do próprio setor regulado, perante questões regulatórias controversas e atos arbitrários que tentam ser maquiados por Consultas e Audiências Públicas meramente representativas.
À vista do exposto, é oportuno avultar um mecanismo essencial para garantia de uma melhor regulação em um sistema tão falho e incoerente: A Análise de Impacto Regulatório – AIR – instrumento de aperfeiçoamento da eficácia e da eficiência da atividade regulatória. É uma ferramenta que examina e avalia os prováveis benefícios, custos e efeitos das regulações novas ou alteradas.
Cumpre ressaltar que, recentemente, o TCU publicou o Acórdão nº 240/2015, através do qual houve recomendação às agências reguladoras para adoção de boas práticas abordando, especificamente, a importância de AIR. Frisa-se que o órgão atuou de acordo com as diretrizes emanadas, destacando-se a necessidade de envolvimento do público extensivamente e a necessidade de aplicação de AIR tanto para novas propostas regulatórias como para revisão de regulação existente.
Ainda segundo o TCU, salienta-se que a exposição dos motivos para tomada de decisão presentes na AIR e sua instrumentalização fazem com que sejam observados os princípios da legitimidade, equidade, transparência, sendo realizada a devida accountability no processo regulatório das Agências. Deste modo, fica claramente demonstrado que existe um caminho coerente e legítimo para regularizar as desigualdades, desvios e falhas existentes no atual sistema regulatório brasileiro.
A outro tanto, vale salientar as boas práticas de algumas agências reguladoras, como a ANVISA, que desde 2007 trabalha na implementação da AIR em suas práticas regulatórias. Assim como as políticas adotadas pela ANEEL e ANATEL, bem como pela ANS, que desde 2012 vem adotando em seus processos de regulação o sumário executivo de impacto regulatório.
Fica evidente que, com o constante aumento dos impactos regulatórios nas economias, assim como a necessidade de melhor avaliação do custo-benefício resultante deles, a AIR se apresenta como a melhor alternativa para todos os agentes envolvidos na sistemática regulatória. Isto porque os métodos utilizados podem nortear as ações dos reguladores com maior transparência, viabilizar a participação dos interessados e da sociedade, assegurar a responsabilização e propiciar a minimização dos custos de transação no processo regulatório.
Por todo exposto, conclui-se que a questão de transparência dos atos das agências reguladoras não é um favor prestado à sociedade ou mesmo ao respectivo setor regulado. Na realidade, configura um fator essencial que está intrinsecamente ligado à existência dessas entidades. Portanto, a não observância desse preceito que tem tamanha relevância acaba resultando em um ambiente de extrema insegurança regulatória, causando extenso dano, abrangendo os agentes sujeitos à regulação, à sociedade e, obviamente, confrontando todo ordenamento jurídico.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Saiba como manusear corretamente um botijão de gás
Um incêndio causado pela explosão de um botijão de
gás destruiu a casa de uma família de Americana, na noite da última
terça-feira. Nove pessoas moravam no local, no bairro Nova Americana, entre
elas três crianças. “Acendi o fogão para fazer o jantar e com o calor do forno
vi um sinal de fogo no botijão, estava com um pequeno vazamento. Me apavorei e
tentei levar o botijão para fora. Quando tirei a mangueira ele saiu feito um
foguete”, contou a moradora Eliane Maria de Lima dos Santos, 36 ano.
Geralmente, botijões de gás possuem um dispositivo
de segurança chamado plugue fusível ou válvula de segurança, que em caso de
aumento da pressão interna, expulsa o gás e impede que ocorram acidentes. Mas é
necessário que os botijões e os cilindros sejam armazenados e manipulados
corretamente.
Fique atento para as dicas sobre armazenamento e
instalação do recipiente:
Onde armazenar o recipiente?
– Coloque o recipiente sempre em locais ventilados, para facilitar a dispersão do gás em caso de vazamento;
– Nunca armazene o botijão em compartimentos fechados (armários, gabinetes, vãos de escada, porões etc.);
– Nunca coloque o botijão próximo a tomadas, interruptores e instalações elétricas (mantenha distância mínima de 1,50m);
– Nunca instale o botijão próximo a ralos ou grelhas de escoamento de água (mantenha distância mínima de 1,50m). Por ser mais pesado que o ar, o gás pode se depositar nesses locais, em caso de vazamento. Assim, qualquer chama ou faísca poderá provocar um acidente;
– De preferência, o botijão deve ficar do lado de fora da cozinha em local arejado, coberto e protegido das intempéries, desde que não fique confinado.
Troca do botijão
– Antes de trocar o botijão, certifique-se de que todos os botões dos queimadores do fogão estejam desligados;
– Nunca efetue a troca do botijão na presença de chamas, brasas, faíscas ou qualquer outra fonte de calor;
– Nunca role o botijão. Transporte-o sempre na posição vertical.
– Retire o lacre de segurança do botijão levantando a própria aba do anel externo e gire-a no sentido anti-horário até o disco central sair completamente;
– Retire o regulador de pressão do gás do botijão vazio e, em seguida, encaixe e rosqueio sobre a válvula do botijão cheio;
– Use apenas as mãos. Não utilize ferramentas como martelo ou alicate.
– Antes de trocar o botijão, examine sempre as condições da mangueira e do regulador de pressão de gás, verificando sempre o prazo de validade e as condições de conservação.
Instalações
sem risco
– Após instalar, faça o teste de vazamento, passando espuma de sabão ao redor da conexão da válvula de saída de gás e do regulador de pressão de gás;
– Se surgir bolhas, repita a operação de instalação. Se o vazamento continuar, desconecte o regulador de pressão de gás e verifique se existe vazamento na válvula;
– Caso o vazamento continue, leve o botijão para um lugar ventilado, deixando o regulador de pressão de gás desconectado e chame a assistência técnica do seu fornecedor de gás;
– Jamais passe a mangueira por trás do fogão. Se for necessário alterar a posição de entrada de gás, chame profissionais credenciados pelo fabricante do fogão;
– Não instalar o fogão onde há corrente de ar que possa apagar a chama e causar vazamento de gás.
terça-feira, 5 de abril de 2016
Explosão em tubulação de gás deixa mortos na Zona Norte
Cinco pessoas morreram e ao menos outras 13 outras
ficaram feridas no incidente ocorrido no final da madrugada desta terça
Conjunto habitacional fica às margens da Avenida
Brasil, na Fazenda Botafogo
Rio - Uma explosão em uma
tubulação de gás da CEG em um prédio, na Fazenda Botafogo, na Zona Norte da
cidade, no final da madrugada desta terça-feira, matou cinco pessoas, entre
elas uma criança, e deixou outros 13 feridos. O imóvel integra um conjunto
habitacional localizado na Rua Omar Fontoura, 40, e fica na altura da Rua Pedro
Jório e às margens da Avenida Brasil.
Por conta da explosão vários
apartamentos ficaram destruídos. De acordo com os moradores, o cheiro de gás já
era sentido desde o ano passado. Outros afirmaram aos bombeiros que a CEG vem
fazendo obras de mudança nas tubulações.
Homens dos quartéis do Corpo
de Bombeiros de Irajá, Ricardo de Albuquerque, Campinho e Parada de Lucas
atuaram no local. Segundo as primeiras informações, a explosão teria ocorrido
no primeiro andar do prédio. Segundo os militares, o primeiro pavimento foi o
mais afetado. As causas somente serão conhecidas após investigações da Polícia
Civil. O prédio atingido, de cinco andares, teve as fundações abaladas e corre
o risco de desabar, segundo avaliação inicial da Defesa Civil Municipal, que
interditou a área. Às 7h15, o subsecretário de Defesa Civil, Márcio Motta,
reconheceu, no local, que o bloco afundou parcialmente, mas que não há perigo
imediato de desmoronamento. Mesmo assim, o imóvel foi interditado por tempo
indeterminado.
Integrado por 86 prédios, o conjunto
habitacional foi construído na década de 70. Nele moram cerca de 17 mil
pessoas. O bloco mais danificado é o de número 38. Em cada um dos cinco
andares, há oito apartamentos. Os moradores, muito assustados, apontam para
rachaduras em colunas e paredes, ainda temendo o desabamento. Vários
apartamentos de blocos no entorno tiveram janelas e portas deslocadas, com o
impacto. O apartamento atingido pela explosão está isolado.
Das vítimas fatais, segundo os
bombeiros, três morreram no local e outras duas a caminho do hospital. Os
feridos foram encaminhados para os hospitais Carlos Chagas, em Marechal
Hermes, Albert Schweitzer, em Realengo; e Getúlio Vargas, na Penha.
Em nota a CEG informou que já
está no local para inspecionar a área e a tubulação. Ainda segundo a empresa, o
fornecimento de gás para todo o condomínio residencial foi interrompido. De
acordo com o comunicado, as causas da explosão ainda são desconhecidas, e,
para a CEG, qualquer informação no momento é prematura.
Em entrevista ao Bom
Dia Rio, da "TV Globo", Cristiane Delart, gerente de gestão de
rede da CEG afirmou que os moradores acionaram a empresa às 5h e que os agentes
da companhia chegaram ao local meia hora depois do incidente. Questionada sobre
o cheiro de gás, que segundo moradores estariam sendo sentidos há pelo menos um
ano, Delart informou que não sabe se os moradores teriam ligado para a
companhia. "Estamos tentando levantar todas as informações para mais
detalhes do ocorrido. Qualquer informação sobre a explosão, a princípio, é prematura",
afirmou.
sexta-feira, 11 de março de 2016
ANP fecha revenda clandestina de gás de cozinha em Campos, no RJ
A Agência Nacional do
Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) interditou e autuou nesta
quinta-feira (10) locais de venda gás de cozinha (GLP) de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Na ação, foram
fiscalizadas cinco revendas, incluindo um ponto clandestino, que não tem
autorização da ANP, que foi interditado.
De acordo com a ANP, também
foram interditados dois revendedores autorizados, um por abastecer o ponto clandestino
e um por problemas de segurança. Os fiscais autuaram ainda um estabelecimento
por transporte irregular e apreenderam botijões.
Segundo a ANP, a revenda
clandestina interditada está localizada no Parque Alvorada, em Guarus e as
demais revendas interditadas, estão localizadas no Parque Corrientes.
Ações de fiscalização
A ANP tem intensificado suas ações de fiscalização, planejando-as cada vez mais a partir de vetores de inteligência, com destaque para denúncias recebidas pelo Centro de Relações com o Consumidor (CRC), além de informações repassadas por outros órgãos públicos e pela área de inteligência a ANP.
Denúncias sobre
irregularidades no mercado de combustíveis podem ser feitas pelo telefone 0800
970 0267 ou através da página da ANP.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
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