quinta-feira, 19 de abril de 2018
terça-feira, 13 de março de 2018
Brasil deve investir em inovação para ser competitivo
Inovação e tecnologia são fatores essenciais para
um país que deseja ser competitivo. A afirmação é do economista e diretor do
Columbia Global Center Rio de Janeiro, Thomas Trebat. Em seminário na FIRJAN,
ele analisou o ambiente de negócios brasileiro em comparação com as economias
mais competitivas do mundo.
Segundo Trebat, desde 2012 o Brasil vem caindo de
posições no Ranking de Competitividade do Fórum Econômico Mundial. Antes na 48ª
colocação, hoje o país encontra-se em 80º lugar. “Instituições fracas,
infraestrutura deficiente, burocracia, saúde e educação primária precárias
explicam o resultado do Brasil no ranking”, apontou.
Ainda assim, o economista acredita que as soluções
para melhoria desse cenário são alcançáveis se o país investir em uma agenda
direcionada à inovação e tecnologia. De acordo com ele, esse fator ganha um
valor ainda maior ao se considerar a tendência global da chamada Indústria 4.0.
Nesse movimento, tecnologias disruptivas estão criando novas oportunidades e
aumentando a produtividade das empresas.
“O Brasil tem um sistema nacional de inovação
construído com boas universidades, entidades de pesquisa, forte tendência do
empreendedorismo, bancos de fomento e algumas políticas de incentivo. O
problema é que a maioria desses fatores não está integrada, há grande
burocracia e pouco planejamento de longo prazo”, ponderou Trebat.
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“O Brasil tem um sistema nacional de inovação
construído com boas universidades, entidades de pesquisa, bancos de fomento e
algumas políticas de incentivo. O problema é que a maioria desses fatores não
está integrada” | Foto: Vinicius Magalhães
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Agenda de reformas
Outro ponto defendido por Trebat são reformas
microeconômicas que melhorem o ambiente de negócios, como a tributária, em
vista de simplificar o sistema brasileiro. Nesse sentido, o economista-chefe do
Sistema FIRJAN, Guilherme Mercês, pontua como os demais países investiram nessa
agenda para se reerguerem depois da crise de 2008.
Como exemplo, ele citou o México, que alterou sua
legislação trabalhista em 2012. “No Brasil, só conseguimos uma reforma
trabalhista no ano passado. Estamos muito atrasados nesse sentido”, afirma.
Para ele, é urgente a necessidade das reformas da Previdência e Tributária: “Há
mais de 20 anos a FIRJAN defende a realização de reformas no país”.
A palestra “Competitividade das economias
latino-americanas: uma perspectiva global e lições para o Brasil” aconteceu em
9 de março. A iniciativa é mais uma ação do Programa Internacional de Educação
do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).
sábado, 2 de dezembro de 2017
Mulheres unidas no gás de cozinha.
A Paranaense Sandra Ruiz, 42 anos, presidente do Sinegas está entre as
mulheres que são dirigentes sindicais, ela já assegura lugar numa galeria de
mulheres, onde outrora somente homens transitavam.
Sandra, é figura fácil de ser encontrada nos
eventos relacionados ao segmento. Fervorosa, ela luta com unhas e dentes pelas
revendas de gás do Paraná. “Ruiz representa o avanço da mulher que agora ocupa
o cargo Sindical nos estados, ela tem provado, (embora não precise) pra todos,
que as mulheres podem sim e tem competência para guiar os rumos desta bandeira.
“Nós que participamos de toda esta veia sindical e ao mesmo tempo somos
mães, esposas, chefes de família estamos muito felizes com esta luta. É a força
da mulher pra mudar este mercado. “Parabéns , parabéns mulheres e parabéns
Revenda de Gás.”, comenta.
Corajosa, ela tem enfrentado as dificuldades de um mercado de gás, onde a cada minuto se tem uma novidade, devido a nova política de preços da Petrobrás, onde o produto tem aumentado todo mês, e tendo ainda que conviver com uma concorrência, entre os revendedores, que nem sempre é leal.
Corajosa, ela tem enfrentado as dificuldades de um mercado de gás, onde a cada minuto se tem uma novidade, devido a nova política de preços da Petrobrás, onde o produto tem aumentado todo mês, e tendo ainda que conviver com uma concorrência, entre os revendedores, que nem sempre é leal.
O triunfo de Ruiz é também uma vitória pessoal do presidente da Abragás ( Associação Brasileira de Entidades de Classe das Revendas de Gás LP)) José Luiz , já que Ruiz , além de presidente do Sinegas é também diretora da instituição, que é ligada a Fecombustíveis, com sede no Rio de Janeiro.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
domingo, 15 de outubro de 2017
sábado, 2 de setembro de 2017
Gás de cozinha terá aumento de até R$ 10 em setembro
Jornal Gazeta
Um
comunicado oficial já foi repassado pela Associação Brasileira de Revendedores
de GLP (Asmirg) e o aumento no valor final do produto pode chegar a 20%. “É um
acréscimo realmente muito grande. Hoje a média do valor do botijão de gás (de
13kg) na região é de R$ 55 e, portanto, a tendência é que possa ficar até R$ 10
mais caro. Como revendedores, nós somos obrigados a repassar este aumento”,
assinala o presidente do Sindicato dos Revendedores do Estado de Santa Catarina
(Sirgás), Fernando Bandeira.
Conforme estudo realizado pela Asmirg, o valor praticado atualmente na Região Carbonífera está dentro da média no Sul do Brasil entre R$ 40 e 78 no preço ao consumidor final. Quanto à data para que aconteça o aumento, Fernando, no entanto, salienta que ainda não está definida. “Pelo que estamos acostumados, deve ser ainda na primeira semana de setembro. Não deve passar muito disso”, aponta o presidente do sindicato.
De acordo com ele, há dois motivos para a elevação do preço do produto. “Um fato é uma determinação da própria Petrobras, que segundo informado por eles, houve uma consideração da atual cotação internacional do GLP (gás liquefeito de petróleo, o gás de cozinha), que teve aumento de 15%. Outro fato então é o dissídio da categoria, que ocorre todo mês de setembro e ficará em torno de 5%”, declara.
“Hoje nós já estamos trabalhando com os preços defasados. Se for analisar bem, o preço que praticamos hoje é o que deveria ser praticado três anos atrás. Não tem como manter assim. Se depois deste aumento mantivermos os valores, não teremos possibilidade de aguentar. Vamos ser obrigados a repassar este aumento”, sustenta o revendedor indica o empresário Carlos Alberto Pereira.
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