terça-feira, 27 de maio de 2014

“Mulheres” foi o tema da Ação Global, em Nova Iguaçu.


Aconteceu neste último domingo, dia 25, em parceria com o SESI-RJ e  a Rede Globo, a Ação Global Mulheres, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. O evento que é totalmente gratuito aconteceu nas dependências da instituição, no Bairro da Luz, das 8h às 16h.  Foram oferecidos serviços como emissão de documentos e orientações de saúde e educação. O evento aconteceu na Rua Gerson Chernicharo, 1.321, Bairro da Luz, e teve a participação de atores do elenco  da Globo.

O tema foi escolhido para ampliar as discussões iniciadas em 2013, quando o foco passou a ser as mulheres. A iniciativa foi motivada pelos números: elas compõem 70%  das pessoas de todas as edições do evento, além de atuarem como importantes agentes de mobilização social em seus núcleos familiares, que  levam  filhos e maridos ao projeto.

Mesmo que as mulheres estejam em destaque, a Ação Global atende a todo tipo de público. Os interessados tiveram  ainda à disposição corte de cabelo, balcão de empregos e dicas odontológicas,  entre outras atividades. Na área da saúde, foram  realizados atendimentos como aferição de pressão e orientações sobre câncer de mama.

Projeto Casa Segura

O SESI e a Globo apresentaram para esta edição da Ação Global o projeto Casa Segura. O objetivo foi desenvolver uma campanha de segurança no lar para a prevenção dos acidentes domésticos a partir do reconhecimento dos principais riscos. A casa de segurança modelo, que é inflável e possui cômodos de tamanhos reais e mobiliário temático, foi projetada para mostrar ao público as situações de risco mais comuns no dia a dia das famílias. Ao final da visita, os participantes souberam  como prevenir os acidentes domésticos. 

 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis
A ANP também prestigiou o evento, e explicou para o consumidor, normas de segurança e como utilizar o seu botijão de gás.

A Ação Global contou com a parceria da Rádio Globo, que fez a cobertura especial do evento, com locutores no local e entradas durante a programação.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Corpo de Bombeiros apreende 80 botijões de gás que seriam vendidos irregularmente em Cajazeiras.



Segundo o bombeiro, o caminhão que estava sendo usado para comercialização dos botijões estava com algumas irregularidades, inclusive ausência de extintor.

80 botijões de gás são apreendidos em CZ

Na última terça-feira (06) o Corpo de Bombeiros de Cajazeiras apreendeu 80 botijões de gás irregulares, 68 deles em um caminhão e o restante em uma residência para serem comercializados.

O tenente Magno adverte a população que, é proibido comercialização de botijões em mercadinhos, somente em revendas fiscalizadas pelo Corpo de Bombeiros e pela ANP (Agência Nacional de Petróleo).
Segundo o bombeiro, o caminhão que estava sendo usado para comercialização dos botijões estava com algumas irregularidades, inclusive ausência de extintor.

De acordo com o tenente Magno, os trabalhos de investigação e apreensão serão continuados. “Pedimos à população que denuncie casos de vendas irregulares de botijões”, disse.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Capilaridade do Gás LP foi o tema do 6° Fórum Permanente



O Sindigás promoveu, na ultima, quinta-feira (27), o 6° Encontro do Fórum Permanente do Gás LP. O evento foi realizado no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília, e teve dois painéis em que foi debatida a excepcional capilaridade do Gás LP, presente em todos os municípios brasileiros, e a ampliação do papel do Gás LP na matriz energética brasileira. Nesse último ponto, a ênfase dos debates ficou pó conta  das novas aplicações do energético e no seu uso no agronegócio. 

Participaram do encontro Marco Antônio Martins Almeida, secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do MME, e Aurélio Amaral, superintendente de Abastecimento da ANP, Jose Antonio Borges( IJ Assessoria) além de executivos de empresas distribuidoras de Gás LP. O Fórum foi aberto pelo presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello, e contou também com palestra do diretor da World LP Gas Association, Michael Kelly.
Confira abaixo a programação.
6° Fórum Permanente do Gás LP

14h00/14h30 - Abertura
Sergio Bandeira de Mello - Presidente do Sindigás
Marco Antônio Martins Almeida - Secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do MME

14h30/ 16h - PAINEL 1: Gás LP: Excepcional Capilaridade
Moderador: Rubem Mesquita, Vice-presidente da AIGLP
Palestrante: Fernando Corner, Consultor da Ultragaz
Palestrante: Sergio Bandeira de Mello, Presidente do Sindigás
Palestrante: Michael Kelly, Diretor da WLPGA - Indoor Pollution e o case mundial: Cooking for Life
Debatedor: Aurélio Amaral, Superintendente de Abastecimento da ANP
Debatedor: Paulo Gordo, Gerente de Regulação e Relações Institucional da Liquigás

16h / 16h15 - Coffee Break

16h15 / 17h45 - PAINEL 2: Ampliação do papel do Gás LP para uma nova Matriz Energética Nacional
Moderador: Aurélio Ferreira, Diretor de Desenvolvimento de Novas Aplicações para o Gás LP do Sindigás
Palestrante: Alberto Fossa, USP/ABRINSTAL
Palestrante: Marcio Damasceno, Inmetro – Eficiência Energética
Palestrante: Alexandre Baldotto, gerente da Supergasbras - O uso do Gás LP no Agronegócio
Debatedor: Jonathan Benchimol, Diretor Superintendente da Fogás
Debatedor: Ivo Gastaldoni, Gerente Nacional da Nacional Gás
Debatedor: Adriano Loureiro, Gerente Técnico do Sindigás

17h45 / 18h - Encerramento Sergio Bandeira de Mello
18h - Coquetel

sexta-feira, 7 de março de 2014

Gás de cozinha começa a chegar por balsa ao Acre



Em coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira, 6, no Corpo de Bombeiros, o vice-governador César Messias informou que o gás de cozinha começará a chegar ao Acre por balsas vindas de Manaus (AM). O gás é uma das maiores demandas atuais do estado perante o isolamento imposto pela cheia do Rio Madeira, que transbordou sobre a BR-364, única ligação terrestre do Acre com o restante do país.

Duas balsas devem chegar de Manaus neste fim de semana, numa viagem que dura cerca de 12 dias até Rio Branco. Uma delas está trazendo 450 toneladas de gás, enquanto a outra carrega 100 toneladas para abastecer a região do Juruá. Como o gás está chegando para abastecimento, com as botijas sendo preparadas nas distribuidoras da capital, será montada toda uma operação de segurança do descarregamento e transporte, seguindo os padrões da Petrobras.

“Todos os esforços estão sendo feitos para que o abastecimento ocorra tranquilamente. Já tivemos 1.311 toneladas de produtos vindos de carreta de Porto Velho. As três aeronaves da Força Aérea Brasileira que temos disponíveis já fizeram 17 voos. E existem caminhões do Exército fazendo a travessia pela rodovia”, reforça o vice-governador César Messias. Além disso, com o sistema de abastecimento de gás comprometido em Porto Velho, estão sendo estudadas maneiras de abastecer a capital rondoniense com o produto vindo do Acre.

O governador Tião Viana está em Brasília participando de uma série de reuniões para tratar da problemática das cheias, passando pelo Gabinete Civil da Presidência da República, Ministério da Agricultura e Pecuária, e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), para já se adiantarem estrategicamente perante possíveis reparos de que a BR-364 precisará depois da enchente do Rio Madeira.
Na manhã desta quinta-feira, o Rio Madeira registra 18,87 metros de profundidade. Segundo o Sistema de Proteção da Amazônia, o rio só deve apresentar vazante na segunda quinzena de março.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Carência de investimentos ameaça mercado brasileiro de GLP




DIÁRIO DA MANHÃ
UEZE ZAHRAN

O GLP, popularmente conhecido como gás de cozinha, tem enfrentado uma série de percalços motivados pela carência de recursos destinados ao investimento na sua cadeia de produção, comercialização e distribuição.   
Uma das principais vulnerabilidades desse mercado são as revendas multibandeiras, que podem negociar botijões de várias marcas. Perder o rastro na hora da comercialização abre espaço para a pirataria e para a depredação de preços, o que fragiliza o produto final. A intenção dessa regulamentação foi baratear o custo para o consumidor, mas a experiência mostra que isso não acontece. De acordo com dados da ANP, enquanto a margem das revendas cresceu mais de 137% nos últimos dez anos, quando foi implantado o sistema multibandeiras, a das distribuidoras cresceu cerca de 70%, praticamente metade. A margem, sequer acompanhou a inflação do período, que de acordo com o IPCA foi de 80%. Entre janeiro de 2003 e agosto de 2013 o valor do produto ao consumidor final subiu quase 40%.  
As companhias precisam ter margem para reinvestir no próprio negócio e, principalmente, na segurança do consumidor. Porém, os custos das distribuidoras com mão de obra, transporte e requalificação – teste nos botijões para evitar vazamentos - só aumentaram.
A cada dez anos de uso, os botijões precisam ser testados. Os aprovados continuam no mercado para mais uma década. Os reprovados são sucateados e substituídos por novos. Desde que foi implantada no Brasil, em 1997, após mais de 20 anos de luta pessoal, a requalificação fez com que o número de acidentes com botijões diminuísse drasticamente nos últimos anos. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo – ANP -, até julho do ano passado, foram testados cerca de 150 milhões de vasilhames, dos quais mais de 25 milhões foram descartados. A operação, segundo o órgão, consumiu um investimento de mais de R$ 8 bilhões das distribuidoras.
Existe ainda a necessidade de recursos para investimento em automação de processos produtivos e melhoria de condições nas plantas de engarrafamento das empresas, o que já acontece em várias partes do mundo. Neste caso, mais importante que a otimização do sistema é a saúde dos trabalhadores.  
Os problemas vão além das questões operacionais e regulatórias do setor. No caso das distribuidoras, o core business está justamente na entrega do gás em milhares de domicílios pelo Brasil. Por isso, a questão logística possui impacto relevante no orçamento das companhias – cerca de 25% -, perdendo apenas para os de mão de obra. Para piorar a situação, a malha viária brasileira é hoje um dos grandes gargalos de infraestrutura do País.
Em cinco anos, a alta nas despesas com o transporte do gás está 40% maior. Uma alternativa que daria mais eficiência, segurança e mitigaria impactos financeiros, bem como ambientais, seria a construção de uma separadora no Centro-Oeste do País, há anos reivindicada. O Brasil conta hoje com 42 separadoras, porém nenhuma nesta região.  
O crescimento da economia trouxe consigo uma nova onda de demandas: aumento do poder de compra da população, alta no consumo e surgimento de novos mercados. Para que esta engrenagem funcione bem, está mais do que na hora das políticas públicas e regulamentações serem revistas. O consumidor e toda a cadeia que envolve as empresas do setor de GLP agradecem.
(Ueze Zahran, presidente do Grupo Zahran, que tem como uma de suas empresas a Copagaz, quinta maior distribuidora de GLP do Brasil)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Fogás confirma problemas de abastecimento, mas prevê normalização até quarta.



A diretoria da Fogás em Manaus confirmou ao RONDONIAGORA que detectou problemas no abastecimento de gás de cozinha no Estado, mas que até a quarta-feira, com a chegada de 30 mil botijões vindos do Amazonas, a situação se normaliza. Atualmente a empresa se socorre com gás vindo de Cuiabá, Manaus e até Rio Branco, para socorrer os rondonienses. Confira nota:

O Rio Madeira voltou a elevar o nível atingindo 18,42 metros. A base da Fogás, por questão de segurança, não se encontra envasando GLP. Foi implementada uma mudança de pólo de suprimento, porém, o GLP envasado está sendo enviado de Cuiabá, Manaus e Rio Branco.

As revendas de Gás de cozinha estão parcialmente abastecidas e a situação deve se normalizar na quarta feira, 26/02, com a chegada de uma balsa com aproximadamente 30 mil vasilhames envasados em Manaus.
Também continuamos atendendo nossos revendedores dentro do limite da classe e desaconselhamos os consumidores a formarem estoque para não prejudicar o atendimento de outros consumidores.