segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Preço internacional do GLP cai 24% em um ano


A cotação internacional do gás liquefeito de petróleo caiu 24% entre outubro de 2013 e outubro de 2014, para R$ 1.215,73 por tonelada. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Ministério de Minas e Energia.

Em função da diminuição do valor do GLP nas bolsas de mercadorias, as refinarias da Petrobrás praticaram, em outubro de 2014, o menor desconto, de 29,05%, para o gás de cozinha de uso doméstico, o que significa R$ 4,60 por botijão de 13 kg.

Tomando-se por base a estimativa de comercialização média de 33 milhões de unidades de 13 kg por mês, significa que a estatal do petróleo perdeu R$ 152 milhões em outubro ao não acompanhar a cotação mundial do produto. O botijão foi vendido às distribuidoras, em média, por R$ 19,99, com impostos (ICMS e PIS/Cofins) e frete.  



Os cálculos levam em conta os levantamentos do MME até 30 de outubro de 2014.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Suspeitos de venda ilegal de gás e combustíveis são presos no Agreste

Prisões ocorreram em Poção, Alagoinha, Belo Jardim e Pesqueira, diz polícia.
Polícia Civil apreendeu quase 172 litros de gasolina e 76 botijões de gás.

Material apreendido foi levado para delegacia de Pesqueira (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)





Oito pessoas foram presas suspeitas de venda ilegal de gás e combustíveis no Agreste de Pernambuco. As prisões fizeram parte de uma operação realizada na quarta-feira (29) em Poção,Alagoinha, Belo Jardim e Pesqueira. O balanço foi divulgado na  quinta-feira (30).

De acordo com a Polícia Civil, que comandou a operação, um dos suspeitos foi preso em Poção. "Ele utilizava a residência para depósito e comércio irregular de gasolina. No local foram apreendidos 30 litros de gasolina e o suspeito confessou que revendia o produto pelo preço de R$ 3,50, o litro", explica.

Ainda segundo a polícia, denúncias apontaram que em Alagoinha um homem comercializava gás e combustível de forma ilegal. O efetivo foi até a casa do suspeito e apreendeu quatro botijões de gás, além quase 90 litros de gasolina. O homem foi preso em flagrante.

A polícia informou também que dois homens foram presos em Belo Jardim. Um deles estava com 24 botijões de gás e o outro com 28. Já em Pesqueira, foram presos: uma mulher com dez botijões de gás em um estabelecimento comercial, um homem com dez botijões de gás em outro estabelecimento, um homem com 22 litros de gasolina e outro homem que estava com 30 litros de gasolina e sete litros de óleo diesel.

A mulher encaminhada à Colônia Penal Feminina de Buíque, no Agreste, e os homens foram levados para o Presídio Desembargador Augusto Duque, em Pesqueira. Os materiais apreendidos foram levados para a delegacia de Pesqueira.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Gás cozinha chega a R$ 67 em Mato Grosso , aponta ANP


Em um mês o preço do botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), de 13 quilos, em Mato Grosso subiu cerca de 1%, variando de uma média de R$ 54,54 em 7 de Setembro a R$ 55,04 em 04 de outubro. O maior preço constatado no Estado é verificado em Cuiabá, cujo preço máximo do botijão é de R$ 67. Apesar de “leve” o reajuste pesa no bolso do consumidor.

Levantamento realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP) mostra que em Mato Grosso o preço mínimo do botijão de gás de cozinha é de R$ 45, enquanto o máximo visto é de R$ 67.

Em Cuiabá o preço médio em um mês variou de R$ 52,41 para R$ 52,81. Segundo a ANP, o preço do botijão de gás em Cuiabá na semana passada variava entre R$ 47 (mínimo) e R$ 67 (máximo). Na vizinha Várzea Grande viu-se um salto de R$ 53,40 para R$ 53,53 do gás de cozinha. O preço máximo pago pelos várzea-grandenses revela a agência era de R$ 55.

Em termos de preço médio Sorriso possui o maior de R$ 62. O preço máximo do botijão visto no município é de R$ 65, revela a ANP. 



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Acusados cobraram propina para acelerar andamento de procedimento da agência



O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) denunciou por corrupção passiva o ex-superintendente de abastecimento da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Edson Menezes da Silva, o então procurador federal junto à ANP, Antônio José Moreira, e o ex-estagiário da Procuradoria Federal Daniel de Carvalho Lima. Os três são acusados de cobrar propina para acelerar o andamento de procedimento administrativo da ANP.

De acordo com a denúncia do MPF, em maio de 2008, o procurador federal Antônio José Moreira solicitou a advogada Vanuza Vidal Sampaio o pagamento de R$ 40 mil para acelerar a tramitação de um procedimento administrativo da ANP relativo à distribuidora de petróleo Petromarte, empresa cliente da advogada. O valor indevido foi solicitado a mando de Edson Menezes, então superintendente da ANP.
O denunciado Daniel de Carvalho, era à época estagiário da Procuradoria Federal junto a ANP e concorreu para a prática do crime, entrando em contato com a advogada e agendando reuniões para negociação da propina, nas quais compareceu ao lado de Antônio José.

Após sofrer as solicitações de propina, a advogada Vanuza Sampaio relatou os fatos ao MPF, à Inteligência da ANP e à Polícia Federal. A denúncia do MPF, oferecida pelo procurador da República Fernando José Aguiar de Oliveira, está na 2ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Clandestinos invadem o setor de revenda de gás de cozinha em Passos

Além dos aumentos que atingem diretamente o setor de revenda de gás de cozinha, clandestinos atuam neste seguimento afetando os revendedores que trabalham de forma regulamentada e credenciada na profissão. E ação ainda traz riscos à população, que precisa ter atenção na hora de comprar.

 Segundo o empresário Téo Lemos, esse fator está influenciando direta e constantemente nas vendas do setor. “Em Passos, temos clandestinos que realizam a venda do gás de cozinha sem a devida garantia e nós sofremos com isso, porque pagamos imposto e encargos para oferecer produto de qualidade e com segurança, enquanto os clandestinos, sem esses custos, comercializam o produto mais barato”.

 A empresária Eliana Isabel Ferreira Oliveira confirma e relata a falta fiscalização deste comércio na cidade. “Os clandestinos não afetam somente o setor de revenda, como também o consumidor, que pode correr riscos com a compra de um produto sem as devidas garantias. O consumidor precisa comprar de empresas credenciadas, pois, no caso de qualquer problema, tem a quem recorrer ou ter assistência”.

 Téo comenta que ainda é preciso um sindicato regional do setor de revenda para que a categoria sofra menos com a concorrência dos clandestinos. “Com uma instituição representativa poderíamos informar a população sobre os reajustes e outras questões do setor. E também alertar sobre esse mercado clandestino, que hoje é nossa maior dificuldade para manter uma revenda regularizada na cidade”.

 Eliana aponta também a necessidade de uma fiscalização efetiva no setor e alerta sobre os riscos para o consumidor. “Não temos uma fiscalização contra os clandestinos, sendo que isso é essencial para a população”. Por exemplo, em caso de uma explosão, a pessoa terá o respaldo da distribuidora do produto que repassou à revenda. Já no caso do clandestino isso não existe, porque o produto não tem identificação e não tem o conhecimento de sua procedência. É preciso atenção e uma fiscalização.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

“Obrigado Dr. Zahran, por você existir”, disse um revendedor no 5º Enagás.


Terminou na tarde da última sexta-feira (05/09), no Hotel Pestana Bahia, em Salvador, a 5ª edição do Encontro Nacional de Gás LP (Enagás).   Aproximadamente seiscentas pessoas participaram do evento que contou a participação, entre outros nomes do setor, da diretora geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Magda  Chambriard; o gerente de Comércio de GLP da Petrobras, Álvaro Oliveira ; o presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello e outras autoridades. O encontro deste ano teve como tema a crescente participação da mulher no mercado de Gás LP.

 A representante da ANP, Magda Chambriard destacou a importância do encontro como forma ampliar o debate dos grandes temas, conflitos, desafios e oportunidades do setor. “O Gás LP tem uma contribuição inestimável para a sociedade, com atuação em 95% dos domicílios brasileiros. Somente no ano
passado (2013), o setor contou com um investimento de R$22 bilhões”, disse ela.

Magda ressaltou ainda a responsabilidade da ANP de atuar em prol de um mercado concorrencial sadio. “Hoje, 80% do mercado do GLP é doméstico, o que nos traz uma  responsabilidade muito grande”, assinalou, apontando para o futuro promissor de crescimento do setor: “Pretendemos dobrar a produção de petróleo no país em menos de dez anos, ou seja, seremos exportadores do produto, assim como do Gás LP. Por que não, então, liberar o uso de Gás LP para outros usos?”, projetou. A diretora geral da ANP destacou também a participação fundamental das mulheres no mercado de Gás LP. “Não podemos deixar de considerar a mulher no topo dessa cadeia, pois essas profissionais são, antes de tudo, donas de casa e usam o GLP. São, portanto, a âncora desse mercado”, finalizou.


Outro ponto alto do evento foi a chegada do doutor  Ueze  Zahran ,  (Diretor presidente da  Copagaz),  Dr Amaro  Helfstein ( Diretor  Comercial e Operacional da Copagaz), Sidney F. da Rocha ( Gerente Norte Nordeste  da Copagaz) e da  Drª Cimara ( diretora Jurídica da Copagaz ). A Copagaz é a quinta maior distribuidora de Gás do Brasil . Todos queriam falar com ele e apertar a sua mão, pois estavam diante de um dos homens mais importante do mercado de GLP. “Obrigado Dr  Zahran, por você existir”, disse um revendedor.”

O gerente de Comércio de GLP da Petrobras, Álvaro Oliveira, que esteve na abertura do evento representando a presidente da Petrobras, Graça Foster, falou também sobre o crescente papel das mulheres no setor de Gás LP. “Hoje elas são maioria na minha área”, frisou. Álvaro Oliveira destacou que o Brasil vem reduzindo, anos após ano, as importações do GLP, em função do aumento de sua capacidade de produção. “Até 2016 seremos capazes de produzir 100% a demanda de GLP do país”, afirmou.


O diretor superintendente da Fogás, Jonathan Benchimol, frisou que a nova responsabilidade das revendas, a partir de novembro, mês que começa a vigorar a resolução 40, que obrigada revendedor de GLP a receber em devolução, do consumidor e de outro revendedor com quem tenha comercializado recipientes transportáveis de GLP, mesmo que ainda cheios ou parcialmente cheios, que não observem o prazo de requalificação, sem lhes impor quaisquer ônus financeiros, segundo ele , esta é uma  grande oportunidade para mostrar a preocupação com o consumidor. “A indústria do GLP lamenta o fato de alguns botijões não elegíveis chegarem até as revendas, mas o ponto positivo é que elas poderão devolver para as distribuidoras e sanar esse problema, o que é muito positivo para o consumidor final”, pontuou.

O encontro deste ano foi bastante prestigiado pelos presidentes de sindicatos reminiscentes da extinta Fergas, entidade que congregava sindicatos de revendas de gás de cozinha em todo o país.


Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás, destacou a importância do consumidor como elemento principal do mercado de Gás LP. “O consumidor deve estar no centro das nossas atenções. Devemos considerar como ele nos percebe e o que espera de nós”, destacando a pesquisa sobre o tema, que foi  realizada.




terça-feira, 26 de agosto de 2014

1º Encontro Técnico de GLP


Aconteceu na última segunda-feira  (25/08), no Instituto Brasileiro de Petróleo – Av. Almirante Barroso, 52 – 26º andar, o 1º Encontro Técnico de GLP.
O objetivo do encontro foi criar um canal aberto de comunicação destinado a incrementar o relacionamento técnico entre agentes reguladores, as distribuidoras, consumidores, arquitetos, construtoras, engenheiros e outros em busca da transparência e eficácia da atuação do setor voltado ao desenvolvimento sustentável. 
No encontro, foi apresentado o GLP como energia excepcional e o seu papel no Programa Nacional de Etiquetagem de Edificação Eficiente. A busca por edificações sustentáveis ganhou impulso em 2011 com a criação da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE). Durante o evento, foi comentado o resultado dos estudos realizados pela Abrinstal / USP, que concluiu que uma das vantagens de se usar o  GLP para aquecimento de água é o custo mais baixo das instalações em empreendimentos novos em relação à infraestrutura de sistemas de energia elétrica. 


Significa que a extensão do já existente ponto de gás do fogão ao aquecedor de passagem representa um custo marginal na construção, se comparado ao chuveiro elétrico.