quinta-feira, 23 de novembro de 2017
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
domingo, 15 de outubro de 2017
sábado, 2 de setembro de 2017
Gás de cozinha terá aumento de até R$ 10 em setembro
Jornal Gazeta
Um
comunicado oficial já foi repassado pela Associação Brasileira de Revendedores
de GLP (Asmirg) e o aumento no valor final do produto pode chegar a 20%. “É um
acréscimo realmente muito grande. Hoje a média do valor do botijão de gás (de
13kg) na região é de R$ 55 e, portanto, a tendência é que possa ficar até R$ 10
mais caro. Como revendedores, nós somos obrigados a repassar este aumento”,
assinala o presidente do Sindicato dos Revendedores do Estado de Santa Catarina
(Sirgás), Fernando Bandeira.
Conforme estudo realizado pela Asmirg, o valor praticado atualmente na Região Carbonífera está dentro da média no Sul do Brasil entre R$ 40 e 78 no preço ao consumidor final. Quanto à data para que aconteça o aumento, Fernando, no entanto, salienta que ainda não está definida. “Pelo que estamos acostumados, deve ser ainda na primeira semana de setembro. Não deve passar muito disso”, aponta o presidente do sindicato.
De acordo com ele, há dois motivos para a elevação do preço do produto. “Um fato é uma determinação da própria Petrobras, que segundo informado por eles, houve uma consideração da atual cotação internacional do GLP (gás liquefeito de petróleo, o gás de cozinha), que teve aumento de 15%. Outro fato então é o dissídio da categoria, que ocorre todo mês de setembro e ficará em torno de 5%”, declara.
“Hoje nós já estamos trabalhando com os preços defasados. Se for analisar bem, o preço que praticamos hoje é o que deveria ser praticado três anos atrás. Não tem como manter assim. Se depois deste aumento mantivermos os valores, não teremos possibilidade de aguentar. Vamos ser obrigados a repassar este aumento”, sustenta o revendedor indica o empresário Carlos Alberto Pereira.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Copagaz divulga seu Inventário de Emissões de CO2
Copagaz divulga seu Inventário de Emissões de CO2: Relatório apontou redução de 2,2 % nas emissões em 2016, em comparação ao ano anterior relativo à tonelagem de GLP engarrafado. Investimentos feitos pela companhia em Tecnologia e
segunda-feira, 24 de julho de 2017
O consumidor
Todo indivíduo que
faz parte de um sistema democrático tem à sua disposição um conjunto de garantias
que visam proteger os seus direitos fundamentais. Para elucidação, podemos
destacar os seguintes: proteção à vida e à saúde; direito à informação acertada
e transparente sobre os produtos e serviços, assim como segurança contra os
riscos resultantes de práticas perigosas ou nocivas; proteção contra
publicidade enganosa e abusiva; reparação de danos; entre tantas outras.
A proteção ao
consumidor existe, tendo em vista a sua vulnerabilidade perante as relações de
consumo, e é dever do Estado. Diante dessa fragilidade do consumidor, existe a
necessidade, em praticamente todos os mercados que conhecemos, de uma regulação
específica que tutele e dê tratamento especializado ao consumidor.
As normas que regulam
as relações de consumo de cada país têm suas características próprias, mas
sempre se concentram no mesmo objetivo, qual seja: a adequada e devida proteção
do consumidor perante a aquisição de produtos ou quando na contratação de
serviços etc.
Dessa maneira, além
das legislações internas vigentes de cada país, também
são norteadores da
segurança e preservação dos direitos consumeristas as normas decorrentes de
tratados ou mesmo convenções internacionais de que cada país seja signatário.
Portanto, em breve
síntese, podemos determinar como consumidor stricto sensu toda pessoa
física ou jurídica que seja destinatário final de produto ou serviço, ou
seja, aquele que coloca fim na cadeia de produção. Nessa hipótese, temos um conceito
de caráter econômico.
Cumpre destacar que
dentro das normas consumeristas há necessidade de
consonância entre os
interesses dos participantes da relação de consumo. Emnas
relações, os fornecedores de produtos ou serviços também devem ter seus direitos
respeitados, visto o princípio da boa-fé que sempre deve nortear o
relacionamento para que haja razoabilidade e proporcionalidade no tratamento de
ambos os sujeitos.
Isto
posto, podemos indicar que, como regra geral, existem dois tipos de
consumidores de Gás LP: os grandes consumidores industriais e aqueles
específicos da esfera doméstica. Em ambos os casos existe a pretensão de
receber o produto Gás LP na qualidade e quantidade adquirida pela qual estão
pagando.
Os
consumidores têm, ainda, o direito de receber as devidas informações sobre o
modo correto e seguro de utilização do Gás LP, assim como ter direcionamento para
os canais que possam esclarecer suas dúvidas e receber suas sugestões.
No
entanto, para assegurar todos esses direitos, os consumidores também devem observar
algumas responsabilidades. Como exemplo, podemos citar a obrigação de cuidar do
equipamento, assim como cumprir com as instruções relativas à sua operação e
segurança, da mesma forma que só deve utilizar o Gás LP fornecido em embalagem
lacrada pelo distribuidor/envasador que detém direito sobre a marca estampada
em alto-relevo no cilindro de Gás LP. Os consumidores devem também manter sua
instalação dentro das diretrizes de operação e segurança, ou contratar
companhia distribuidora, fornecedora de Gás LP, para desempenhar essa tarefa.
Diante do
exposto, é inequívoco afirmar que o consumidor tem na marca estampada em
alto-relevo um amparo insubstituível; e que qualquer tentativa de trocar isso
por rótulos, lacres, adesivos soldados ou colados somente enfraquece a relação
de consumo e funciona como oportunidade de escape de responsabilidade por parte
do fornecedor. Este último poderá alegar desconhecer se o cilindro, mesmo de
sua marca, foi envasado em suas instalações. Fica o consumidor sem direito de
eleição e ganha o fornecedor um escapismo inaceitável, do ponto de vista do consumidor.
Benefícios
que a marca traz ao consumidor
O setor
Gás LP é um serviço de utilidade pública, talvez um dos serviços de
características
mais homogêneas existentes. Em todos os países nos quais atua a AIGLP o serviço
é prestado por empresas privadas, não sendo serviços concedidos, mas sim
autorizados. Assim, podemos dizer que se trata de um serviço privado de utilidade
pública. Notadamente, o serviço prestado pelos revendedores, distribuidores/envasadores
atinge nível elevadíssimo.
terça-feira, 28 de março de 2017
Tentando vender o meu gás de cada dia
Tentando
vender o meu gás de cada dia
O comércio de gás
de cozinha no estado do Rio de Janeiro vem assustando alguns agentes do mercado
e deixando o consumidor com a sensação de que está sendo lesado. O gesso
colocado nos braços do revendedor autorizado, (sabe-se lá também nas
distribuidoras) através da Resolução 51/16 e os constantes anúncios de aumento
no produto têm criado problemas e prejuízos incalculáveis.
Digo gesso, pois a
resolução criou a modalidade de revenda vinculada e Independente, a vinculada
obriga o revendedor a comprar da sua distribuidora o gás pelo preço que
ela quiser vender e a independente faz com que ele compre de quem quiser vender
pelo preço oferecido, resumindo: reféns em ambos os casos.
O mercado de GLP é
sadio, não mexam com a saúde dele
Grupos foram
formados por alguns revendedores atacadistas com o apoio da suas distribuidoras
(não explicitamente) e já apontam as regras do jogo para quem quis ficar no
mercado e quem vai sair, as cartas estão na mesa.
No último dia
17/03 a Petrobrás reajustou o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) assim,
os botijões de até 13 kg (GLP P-13) subiram nas refinarias em 9,8%, em média.
Se fossem integralmente repassado os preços ao consumidor, estima-se que o botijão de GLP P-13 poderia subir 3,1% ou cerca de R$ 1,76 por botijão, isso se mantendo as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos. Pela lei brasileira, é garantida a liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, então os reajustes nas refinarias podem, ou não, chegar ao consumidor final, o que dependerá dos repasses de distribuidoras e revendedores.
Se fossem integralmente repassado os preços ao consumidor, estima-se que o botijão de GLP P-13 poderia subir 3,1% ou cerca de R$ 1,76 por botijão, isso se mantendo as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos. Pela lei brasileira, é garantida a liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, então os reajustes nas refinarias podem, ou não, chegar ao consumidor final, o que dependerá dos repasses de distribuidoras e revendedores.
A grande confusão se dá, pela constatação de que alguns revendedores
abaixaram o produto, estão vendendo o gás, quase pelo mesmo preço que outros
compram de sua distribuidora. Que comércio é esse?
Esta prática de
venda, que sinceramente não sei se é legal ou ilegal, tem ocorrido com muita
freqüência no estado do Rio de Janeiro, principalmente nas cidades mais
afastadas da Capital. Se tornou comum passar em frente ao depósito do
revendedor da distribuidora “A” e o preço é XX
e o revendedor da distribuidora B
o preço é -X . A confusão é tão
grande, que a diferença nos preços
chegam a R$ 20,00 ( vinte reais), como
explicar isso para o consumidor, já que
nem eu entendo. Poderíamos argumentar que são os botijões roubados aparecendo (nunca
se roubou tantos botijões como no ano de 2016), mas não acredito que
revendedores autorizados se prontificassem a correr este risco. Será o mercado
mexendo os seus pauzinhos?
A grande verdade é
que está tudo muito confuso, o mercado clandestino está vendendo mais barato,
que o regular, por qual preço eles compram?
Se compram mais barato, por qual motivo esse beneficio não chega a
revenda regular.
A nossa reguladora
a ANP criou as regras, mas o jogo que estão jogando , acredito ser outro, já
que se fala em cartel com suspeita de agentes da Agência envolvidos, embora
fique claro, que são suspeitas, mas há uma investigação e não podemos negar.
Área fechada,
milícia, roubos de botijões, acordo de gerentes de distribuidoras com atacadistas,
sindicatos de fachada, mercado clandestino, revendedor quebrando, todo isso no
contexto do mercado e no meio disso tudo: o consumidor. O mercado é livre. Qual é mesmo o
preço do gás? Não sei, mas o mercado é livre, ou não!?
Assinar:
Postagens (Atom)


